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Minutos


Como pensaram: As vidas são compostas de momentos.

Como sempre copio e repito: De ruins, nos quais espelhamos futuras ações e daqueles bons que colecionamos. Colecionamos de maneira única, a ponto de chegarmos a duvidar dos próprios fatos.

Realmente aconteceu? Eu fiz isso?
Como em álbuns, figurinhas ficam amarelas no nosso organismo.
Na cabeça, frivolidades passam ser prioridades repitidas.
Mas quem somos sem os momentos compostos de vida?

Decido ficar com todos eles. Não mais os descarto. Nem os novos, nem os velhos.



E é dos novos que necessito falar. Das tantas viagens especiais deste ano. Da última fantástica aventura virtual em que me meti. Da cidade viva que suguei de seus ares. Da maravilhosa bailarina que conheci.


Como sempre escutam: Façam, vivam, corram, não desperdissem seu tempo...arrisquem...

Como repito de boca cheia: Arrisquem. Corram, não desperdissem seus minutos. São taciturnos quando negligenciados. São seus lábios abertos quando vividos.


Bailarina, quantas valsas sonhadoras, quantas honras em boleros e quantos forrós presenciados pelas mãos!! (E uma única rebolada em plena Paulista!).

Como sempre acontece: Anciedade. Felicidade. Angústia. Peito aberto. Sorrisos

Como sempre faço: Necessariamente nesta ordem.