Mostrando postagens com marcador Em um bar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Em um bar. Mostrar todas as postagens

A nova onda...

Sempre quis uma cara nova pro bar. Tarefa nada fácil pra quem quer ser original e tem tanta preguiça de html e afins.

Não fucei muito e longo encontrei um lugarejo muito agradável, certo para quem como eu, precisa de uma certa mãozinha....Desde já deixo meu sincero agradecimento a Ariane, do TNB, de onde peguei o novo layout do meu buteco.

Neste momento entra a fase de testes deste novo layout, que considerei sério, simples e direto...assim como que vos escreve, portanto ideal.

Enfim, continuarei a procura dos traços daqui. Por hora estou curtindo o novo visu!

um bar na virada



GAIM. Foi o nome usado por cerca de 40 artistas mineiros de diferentes áreas, que saíram da frente do Palácio das artes rumo à Virada Cultural. A Galeria de Arte Itinerante Mineira chegou por volta das 11h no quarteirão fechado destinado à exposição mineira, na Rua Barão de Itapetininga com a Rua Dom José de Barros, em pleno centro de SP. Eu fui com a responsabilidade de representar o coletivo Fórceps além de integrar a GAIM, com dois vídeos. Começamos a montar a exposição e logo o quarteirão estava repleto de telas, poesias, grafites e outras variedades de desenhos. Um mar de tampinhas coloridas invadiu uma esquina e bonecos de papel chamaram a atenção dos passantes, que se mostraram intrigados com o evento e a movimentação, antecedente ao horário marcado para o início da Virada.
Assim que testamos o telão e os vídeos, tive que sair com mais dois amigos, Salgado e Ana, pois tínhamos planejado comprar um teclado para Salgado e visitar o pai da Ana. O mal planejamento do nosso trio e a falta de noção de distância e tempo, prejudicou muito nossa virada. Perdemos o início do evento e chegamos tarde demais para o auge da GAIM. Mas logo ficamos sabendo do sucesso da exposição que acabou tomada por expectadores, que interagiram com as obras que ficariam em SP. As demais obras e os equipamentos foram recolhidos e guardados em um quarto hotel, alugado por duas artistas.

Aliás, as únicas, pois o restante da trupe, não tinha onde ficar, um erro cometido pelo trio. Gramados, salas de cinema e bancos de praça foram cama para os mineiros que conseguiram tirar uma pequena cochilada. Nós arriscamos mais uma viagem para a cidade vizinha de Ribeirão Pires, para dormir duas horas.

Nosso primeiro plano foi assistir ao Marcelo Camelo às 00h. Estava absurdamente lotado e quase se iniciou uma confusão generalizada. O empurra – empurra, deixou muitas pessoas passando mal, enquanto outras passavam a mão na carteira alheia. Tive que mendigar pela devolução da minha, que foi atira da ao chão. Resultado: Ouvimos no máximo três músicas do ex hermano.

Depois do sufoco, uma cerveja e a procura por um lugar tranqüilo, situação quase impossível, pois todas as ruas estavam abarrotadas de gente. Encontramos o palco de piano, único lugar que possuía cadeiras e sossego. Depois de algum tempo, fomos ao palco instrumental, para ver o incrível show do Macaco Bong (MT), banda do Circuito Fora do Eixo que em minha opinião, foi o melhor show da virada. Com direito a ovação da platéia e mergulho dos integrantes por cima da multidão. Perdemos o amanhecer e as bandas que começaram o domingo, pois o cansaço nos dominou.

Vários encontros entre os perdidos e encontrados da GAIM e vários shows picados. Nação Zumbi e Zeca Baleiro, intervenções, mulheres que voavam em meio ao povo e enfim, chegamos à frente do palco principal com certa folga para assistir aos Novos Baianos. Após uma hora e meia de espera, sobe ao palco um dos mais clássicos grupos da história nacional. O show atendeu todas as expectativas. Baby, Pepeu e Morais Moreira deram um show de desempenho e poesia. Muita emoção por parte dos integrantes da banda e também dos fãs, principalmente no momento em que relembraram do sucesso do disco Acabou Chorare, considerado o melhor disco de música brasileira de todos os tempos (e diga-se, em todos os aspectos). Não pude ver muito bem, pois gigantes tampavam a frente e havia poucos pontos cegos.


Depois desta maratona trash, encontramo-nos na Catedral da Sé para voltarmos para Belo Horizonte. Um breve inicio do filme The Song Remains The Same, do Led Zeppelin no ônibus e em pouquíssimo tempo todos estavam dormindo. Sem dúvidas um evento para voltar sempre, porém de lição (e conselho) fica a necessidade de arranjar um lugar para dormir, tomar banho, escovar os dentes...


twitter

A partir de agora (atrasado?) o bar estará presente no twitter. Acho que vai dinamizar as informações, principalmente se tratando de eventos. Espero encotrar a maioria das pessoas interessantes daqui, acolá!

hora livre, hora livro


Acostumado ao designio das pernas doces,

Não me acalentava com sensações libertas,

Realidade que me entorpece,

Mas não é inventada.


Por hora, ver-se-á o frio de dentro para fora,

Que gera algo de carater estranho.

Será que sim? Pode acontecer de ser simples os tortuosos caminhos das escolhas?

Aberto a ponto de ser encorajador

Jogue uma e jogue tudo


Realidade ou não, nada mais tenro

Que um abraço em seu sopro

E um beijo em seu assovio

Uma imagem

Estive em desatino para postar-me.
Cada dia que passa um letra em um bar, faz sentido maior.
O que me convem é uma imagem.
Ela não possui representação imponente, uma similar sinestesia.
Fiasco seria um a tentativa de improviso para esta cena.
Então por falta de haveres, coloco-a.
Estás diante de vossos olhos.
Tem cores, cheiros, espamos e calor.
Agora sim, um dia esta poderá ser substituida.

bate volta

Muda
Acorda
Escuta
Anda
Moto
Feira
Música
Sensorial
Caminha
Seca
Derrete
Dorme
Fusca
Banho
Fotos
Reencontra
Conversa
Dança
Sofá
Sono
Fim do final de semana

Então...

E Sun Tzu, eternizado, conclui e deixa claro, na Arte da Guerra que, se conhecer é a base do sucesso, da vitória. Neste momento da minha vida, sinto o quanto é difícil estar em reflexão de auto-conhecimento. Quem sou, o que vale a pena? Se algo vale a pena, me incomoda, intriga e ainda assim, sou capaz de seguir a vida, ou "colocar o carro na frente dos bois" sem nem mesmo ter planejado, ou imaginado onde isto vai me levar. Afinal, planejar é mesmo necessário? Não consigo fazer jus tal matéria, que provavelmente (prevendo por lógica) nesta quarta irei me sair mal. Burrice, falta de atenção, dificuldade acadêmica? Não, apenas visão distinta, incompatibilidade de idéias, crenças inexoráveis...Mas então, porque ainda insisto em me confundir? Talvez porque este é o sentido da vida, a sequência. Se encontrar talvez seja se perder de vez. Contemporâneamente é inviável me colocar como desejei um dia. Seria radical. Ainda acham radical Tom (Yorke) se negar a viajar de avião, pois partindo do princípio levantado, outras formas de protesto e de abstinência seriam plausíveis e consequentemente praticáveis pelo mesmo. E dai? Do que estamos falando afinal? qual o verdadeiro problema? Estamos brincando de Deus, tentando problematizar pra depois nos vangloriar do pseudo-sucesso...E porque ainda sim me refiro como "nós"? Passarei mais uma vez como pouco embasado teoricamente, mas fazer o que? É a consequência para quem optou por voltar as costas para aqueles que ainda tentam me convencer de que o mundo é dos que estudaram, dos que teorizaram, dos que escreveram, dos que pesquisaram, sem ferir a lógica, sem questionar o seus antecessores ( sem hipocrisia!) e negligenciando a única coisa que o homem criou e é (foi) capaz de reger sem se corromper: o amor.

Cuiabá cria o complexo de comunicação independente

newsletter é uma das ferramentas do Mic

Mais uma vez a cidade de Cuiabá sai na frente e lança o complexo de comunicação que levará o nome de Mic (Mídia Independente Cuiabana). A difusão de toda a agitação que está acontecendo pelo país devido aos incentivos culturais e a política mais atuante e favorável para o setor, é um dos principais objetivos e se realizará através da integração dos centros de mídias que já atuam na cidade na parte de desenvolvimento cultural. A proposta terá em sua estrutura projetos de Web rádio, web TV, sites, zines, newletters e outras ferramentas que poderão ser formadas pela união do potencial e do aparato de núcleos envolvidos como os já confirmados, Imprensa de Zine, a Volume Comunicação, Cufa Cuiabá, Movimento Panamby e Próxima Cena.O Mic abrirá espaço para novos coletivos e inclusive levará estrutura tecnológica e informações para aqueles que necessitam de apoio, orientação e um foco maior no setor. Este processo instigará os demais movimentos independentes do país e fomentará ainda mais a cena que não para de ganhar espaço. Os coletivos não perderão por seguir mais este bom exemplo.

Nova função

Depois da reunião de domingo no restaurante Manjericão, foi definido que eu serei mais um produtor de conteúdo do site do coletivo Fórceps ( http://www.forceps.com.br/) obrigação que assumo com prazer. Como sou uma pessoa sobrecarregada, fico apenas preocupado com a frequência das minhas atualizações, mas creio que vai dar certo, pois atualmente somos tres pessoas (eu e os irmãos jornalistas, léo e Marcelo Santiago) que, para um período de uma semana, é suficiente para que o site fique vivo e ganhe cada vez mais espaço na cena independente nacional.
Minha primeira contribuição é sobre o Mic e como nunca abandonarei meu bar e acabo sempre colocando ele em minhas aventuras e peripércias, postarei aqui também, minhas contribuições para o Fórceps.

os que não são nossos



A saudade, sentimento abrasileirado, apimentado e tingido, tem me causado muitas disfunções. Sentimos fora de hora, fora de cena, fora do contemporâneo e erronêamente fora até do ciclo de pessoas que nos são queridas. Confundo ao me amalgamar aos conceitos de saudade e de pessoas queridas. Ora, afinal, se sinto saudades, logo são queridas estas pessoas. Como posso sentir aquilo que ainda não vi, ou que jamais vivi... Ou simplesmente idealizei. Sou um sonhador, um invencionista utópico, tentando criar interpretações para um possível vida feliz, um mundo quase fantástico. Pessoas que quando caio no infeliz real, percebo que nem ao menos aprendi sobre os seus gostos básicos, seus interesses ou até mesmo se fui assunto interessante para elas. Vale apena sentir este real? Prefiro a ilusão de grandes amores, maravilhosas pessoas, sonhos calorosos. As fotos de um juventude que esteve longe de mim e ainda assim, creio em uma aproximação um dia desses e ser também, tema contagiante para essas imagens, desconhecidas mas verdadeiramente empolgantes, vivas. A saudade é cor clara, que nos ofusca sempre, as vezes rigida como um punhal, as vezes refrescante como uma gelatina. Sinto vontade de morder a saudade, agarrá-la pelos dentes e fazer dela um guia feroz para o outro lado: o reencontro, a satisfação, o amor novo. Ela é como um mutante que ao te contaminar, cria tentáculos que ao corte de um, cria-se o dobro. O irreal se faz presente mais que o real. O real não te deixa saudades, apenas aprendizados, as vezes magoas e infinitas ligas siamesas de afeto tenro. O incrível, é que a saudade irreal, imaginária, não para de crescer, de me consumir, de me enganar, de me fazer sacrificar gloriosos minutos, apenas refletindo porque não estou lá e cá, bem e bem quisto.

obá! o bar! um ano de blogsbar!!



Hoje o nosso querido refúgio no fundo do oceano completa um ano de existência, conseguindo ser mais discreto, com menos participações do que um único post de grandes blogs. Mas é por isso que ainda faço questão de escrever e manter vivo a idéia do bar, do mar.....ainda somos alternativos, alternantes e viva! Que tenhamos mais um período de vida suficiente para ocupar um espaço virtual com nossas hipóteses pseudo-poéticas! E dá-lhe cortejos e tambores pelas profundesas do oceano virtual!
foto do show mil tambores, realizado na estação do conde, no dia 17 de novembro de 2007

2 + 2 = 5


O nosso bar agora tem mais uma cabeça, mais um globo de pensamentos e idéias que juntos (des) integram todas as expectativas e ilusões da geração que já não tecla suas máquinas de escrever e raramente pincelam os papiros. Nunca antes pensei em compartilhar um espaço tão íntimo com meu próprio bar! Mas tenho certeza que este era o momento e esta era a pessoa. Boas vindas ao bar Juh, boas vindas ao fundo do mar! Espero que nossas duas cabeças somadas não resulte no óbvio cinco.

foto retirada do site http://www.zientzia.net/

De cara nova!


Depois de tempos usando a cara programada para este blog (era a cara mais adequada, sinto), resolvi colocar um pouco de autenticidade na face das minhas crônicas, do meu bar. Por enquanto estou em processo de suma experimentação. Nunca me dei com tantas opções. São tantas cores e formas que poderia mudar diariamente o bar. Mas vou deixar a praticidade e o conteúdo continuar puxando as rédias deste mundo. Todo este processo leva um tempo, a pressa não traz coisas boas. Bem, agora tenho um mar, um bar, só falta um bom cardume de peixes.

colores, colores, coláres


Os dias estão passando e tudo está ficando muito estranho. Antes não compreendia o mundo, as pessoas e suas atitudes, seus vícios. Agora simplesmente não me compreendo mais. Não sei se sou um garoto solitário ou um velho rabujento. Me perdi no tempo. Mas nada disso me atrai, não me excita, não condiz comigo mesmo. Quero voltar a ser a estranha persona feliz que sempre fui. Há algo errado. Por isso esta menssagem vem acompanhada de muitas cores! Vida, luz, paz. Começo a tentar mudar aqui. A mudança é o princípio básico do homem. Tento, logo, ainda existo. Ainda.