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Recomendo nº6

Ah.. "Se eu pudesse parar a saudade, como se para um ônibus... "

Esta idéia ainda irá marcar musicotecas onde brilha a sensibilidade brasileira, o quentinho mineiro e a suavidade da voz, encontrada em corajosos menestréis e trovadores.

Porque agente se gosta é o nome do disco recém lançado deste rapaz chamado Marcelo Rocha, de Governador Valadares. Suas canções são inteligentes, simples e com uma das características mais importantes em meu pensamento na música: A sensibilidade lúcida envolto a uma originalidade bela.

Posso confirmar ainda o tamanho de tudo isso, porque tive a honra de conhece-lo dias atrás e reconhecer seu talento de compositor e porta-voz da sutilidade musical, exigida pelas cabeceiras dos que amam sem medo. Além de ser uma pessoa com a rara capacidade de tornar um encontro em uma grande amizade!

Sobre o Marcelo e o disco, estão no seu blog, as informações, os contatos e um pouco mais de sua arte, que inclui escritos e poesias. Alguém capaz de fazer de um nome lindo, uma grande declaração, merece atenção e carinho dos bons ouvintes, poetas e populares, ricos de vivacidade!

Recomendo nº5



Re.comendo. Em circunstâncias espalhadas, sempre será uma das melhores recomendações. Depois de ser algo "marco da música", o show agora é só dele. Ele era o show (a parte, o hurtmold), Marcelo Camelo, de tantos outros nomes e adjetivos, gritados pela "enlouquecida" troupe de seguidores das sutis esperanças brotadas pelo homem capaz de inverter (novamente) expectativas voltadas para um violão. Uma pena ter ficado tão longe. Há muito tempo não vejo um espetáculo de tão longe (percebe-se nas fotografias).

As pessoas quase não prestaram atenção na beleza e na calmaria presente no clima vivido por Marcelo. A briga por quem conseguia cantar o maior número de trechos das novas músicas, por fim estava um saco. Desconsiderado devido ao grande show. Feliz, calmo e lindamente vivendo um instinto. Aquele que como em suas próprias palavras, jamais pode ser sentido por quem não estava presente em carne e osso, naquele espaço (palácio das artes) e hora (noite de quarta feira).

A participação do grupo Hurtmold foi delirante (o guitarrista é engraçadíssimo!)! E o mais emocionante foi o dinamismo do repertório, que após cumprido pela lógica, seguiu apenas a vontade de Camelo de não ser redundante em todas as noites e tocar o que fosse condizente com o momento. Até mesmo tocar uma canção jamais executada e público por ele apenas com violão (É de lágrima), o fim, sinceramente, perfeito.
Mais uma quarta das boas! Miri, amiga, blogueira e companheira sempre uma das poucas dispostas ao mundo rotativo, foi a companhia, como anda sendo normalmente nas boas coisas pra fazer da vida! Sua narração pode ser mais ampla e delicada, além de que, compartilho dos mesmos sentimentos por ela expostos (inclusive a visão literal!). Recomendo o show do Camelo, recomendo o seu disco SOU e para os mais musicais, de quebra, Hurtmold!

Recomendo nº4

tttstststs.chiiiii..pááá...... Estes são as palavras... Podem ser significativas.... Podem ser um dos mil sons emitidos pela junção dos corpos barbatuques. Das primeiras vezes que ouvi anos atrás, encantei pelo fato de não mais me sentir só no mundo. A mania de batucar no corpo e fazer peças enormes no banho já descabelaram minha mãe e até arrancaram aplausos dos vizinhos.

Enfim, descubro que aquilo era normal. E bom. Melhor do que eu podia fazer entre meus graves-agudos. Um espetáculo que merecia ser visto. Então surgiu a oportunidade, em plena quarta feira. O mundo que pare. E só, sentado na primeira fila, pude sentir cada palma. Nem mesmo a amplitude sonora pode me ajudar a descrever a leveza deste show. Convenceu, não a mim, que só preciva deste momento. Mas várias pessoas que estavam ali, pelo costume de seguir as agendas culturais que dão estatus pseudo-intelectual. A sinergia esteve o tempo todo entre nós das palmas e eles da alma.

Ninguém cala a voz desse menino( Recomendo nº3)

Sérgio Pererê

Sobre interfêrencias das cordas, a força do canto de sua raça e a proteção de são Jorge... Ninguém cala a voz desse menino...

Recomendo nº 2

A música eletrônica, embora presente na vida de todo mundo (pelos programas de TV, pelas rádios e pelo próprio gosto) ainda é muito mal compreendida. Elementos vivos desde a década de sessenta, passam despercebidos e são negligenciados, criando uma pseudo-música moderna, que na verdade já estava ai.


Todavia, nesta última sexta feira, fui parar (literalmente) no show do Edgard Scandurra (Ira!) apresentando seu projeto Benzina, de música eletrônica fundida aos riffes de guitarra. Confesso. Me impressionei. O cara não é como todos pensam, apenas um guitarrista foda, dos anos oitenta, travado nas idéias de sua geração. Ao contrário, a sua atuação é sofisticada e mostra a potência de um jovem DJ, com a virtuose de um guitarrista inteligente e experiente, embasado no rock. Tudo embutido em uma só ser. Prova de que existem pessoas aptas para criar músicas eletrônica de qualidade, desmitificando os espertos do mundo tecnológico (apertadores de play). Para os interessados, vale apena conferir. Recomendo.

Recomendo nº1

Para os que estão dispostos a um novo conceito de instrumental, eletrônico, forte, climático e belo. Constantina é uma banda belorizontina fantástica. Não estava ligado ao instrumental como agora. Principalmente depois de conhecer este som. Recomendo.