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Curtinhas do 53hc (17 sábado)


Destas coberturas mundo a fora, sempre tem um momento tiete! Ao meu lado está a Flavinha, baixista do Autoramas, após seu show durante o 53hc em BH.
Por sinal, uma das melhores programações de todas suas edições!

Tive a honra de transmitir o festival ao vivo no último sábado pela web rádio da ABRAFIN, ao lado da Leth, do coletivo Megalozebu.Parceria das boas.

Além do Autoramas, quem também botou a galera pra dançar foram os cariocas do Canastra, banda que tem na bateria o ex Los Hermanos, Rodrigo Barba ( abaixo na companhia do Tim, do Coletivo Fórceps e do guitarrista bigodudo do Canastra).

Os shows mais baladas, ficaram com o Transmissor, e a gringa Zigmat. Black Sonora fez um show cheio de balanço que esquentou com a participação do Renegado. Infelizmente, não cheguei a tempo de ver o Deco Lima e o Combinado, que abriu a noite.

Mas o show mais esperado da noite (e bota esperado, o festival acabou já estava de manhã) foi o do Mundo Livre S/A. valeu cada segundo de show e o final foi um dos mais incríveis que já vi: Os sobreviventes da maratona durante a madrugada, relutaram contra o final e em um coro uníssono, chamaram a volta de Fred 04 e cia. Resultado, uma última canção com cara de primeira de todo o Festival! Na saida (ou apenas no início do dia) mais um bom momento pra tietar: Leth e o Fred!

Festival Garimpo 2009

Neste fim de semana vou cobrir o Festival Garimpo.....E no outro também.... Várias atrações imperdíveis. Destaque para os NUDA no dia 11! Bora?

Conheça as bandas do ESCAMBO 2009

Vandaluz (Patos de Minas-MG)




Show no ESCAMBO: 24/07"



" Vandaluz é sem estilo, nem desconstrução é palpite do coração! vândalos da música, lanterna que nus conduz, caminhando pro céu, deixando o desrespeito na cruz"A definição acima é da própria banda e se você não entendeu nada precisa conferir o show do grupo no centro histórico de Sabará no dia 24 de julho na terceira edição do festival ESCAMBO.


Formada em Patos de Minas no final de 2006 o Vandaluz lançou seu cd de estréia no ano seguinte e desde então já tocou em várias cidades como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília, Goiânia e Londrina e em festivais importantes no cenário musical nacional como o Jambolada, o Demosul e o Camping Rock.Em 2007 a banda foi responsável, juntamente com a banda Barabizunga, pelo lançamento do coletivo Peleja, que realiza em Patos de Minas o festival Marreco. O Peleja também será responsável pela oficina de webtv a ser realizada entre os dias 24 e 26/07 em Sabará.


Embora já tenha participado do ESCAMBO 2008 (a banda estava presente no Primeiro Encontro de Coletivos e cobriu parte do evento) o Vandaluz tocará pela primeira vez em Sabará este ano, assim como todas as outras convidadas do festival.

Conheça as bandas do ESCAMBO 2009

Black Sonora (BH)
Show no ESCAMBO: 26/07


“Faz uma espécie de funk com música cubana cheia de groove e suingue. Algo de novo acontece nas esquinas de Minas Gerais.” Júlio Maria - Jornal da Tarde (SP)

“...Black Sonora casa suingue, peso, sambafunk, eletrônica e o que mais fizer mexer as cadeiras.” Daniel Barbosa - jornal O Tempo (BH)


Formada em 2002, a Black Sonora conta com sete integrantes nascidos em diversas partes do país e do até do exterior (o vocalista e percussionista Cubanito é de Cuba). A grande quantidade de músicos reflete na diversidade da sonoridade do grupo, que mescla soul, hip-hop, samba-funk, reggae, baião e ritmos latinos e tem como influências Jorge Ben, Jackson do Pandeiro, Marku Ribas, Tim Maia e os cubanos do Buena Vista Social Club.


Black Sonora toca "O mar pra mim" no Música Independente de 2007



A Black Sonora vem há anos fazendo o circuito independente de Belo Horizonte com shows nas principais casas e eventos da capital como o FAN (Festival de Arte Negra), o FIT (Festival Internacional de Teatro), o projeto Música Independente e o Conexão Telemig (atual Conexão Vivo). No interior a banda já tocou em festivais de inverno de Diamantina, São João Del Rey, Ouro Preto e Ouro Branco. Em Uberlândia se apresentou no espaço GOMA, na UFU (Universidade Federal de Uberlândia) e no projeto Arte na Praça.

Fora de Minas Gerais a banda tocou em São Paulo no SESI Vila Leopoldina e no projeto SONS URBANOS. Recentemente foi uma das classificadas pelo projeto Música Minas (realizado pelo Fórum da Música e pelo governo do Estado de Minas Gerais) para fazer shows em 3 capitais brasileiras. A banda também foi selecionada pela Feira da Música e se apresenta em Fortaleza (CE) em agosto.

Black Sonora e B Negão tocam Tim Maia no Arte na Praça em Uberlândia



No ano passado a banda ganhou destaque com a inclusão da música “Mar pra mim”, no acervo do Museu Abílio Barreto (exposição com objetos que marcaram a vida dos moradores de Belo Horizonte) e com a vitória, pelo voto popular, do GASSOUND, concurso nacional de bandas independentes exibido pela Rede TV!, ficando em segundo lugar pela votação do juri.


Para ouvir Black Sonora
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Para ler Black Sonora
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Para ver Black Sonora
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Leia também: Conheça as bandas do ESCAMBO 2009: Black Drawing Chalks

Conheça as bandas do ESCAMBO 2009

Black Drawing Chalks (GO)

Show no ESCAMBO: 25/07


O Black Drawing Chalks é a banda brasileira mais empolgante da atualidade. O som é puro stoner-rock: revezam-se os riffs rápidos com sequências arrastadas e marcantes (como o mestre Iommi ensinou). baixo potente, bateria sem frescuras e alguns hits instantâneos como "My Favorite Way", "Free From Desire" e "I'm a Beast, I'm a Gun". MTV

Há 10 anos a Monstro Discos deu início a mudança de rótulo da capital goiana, que deixou de ser apenas pólo exportador de duplas sertanejas para se tornar a “Goiânia Rock City”. E o reflexo disso está na nova geração de bandas locais influenciadas pelo stonner rock dos desbravadores MQN e Mechanics. O Black Drawing Chalks pode ser considerado o melhor fruto dessa renovação roqueira e seu segundo disco, “Life is a Big Holiday For Us”, é a comprovação. Tudo é muito bem encaixado no álbum, desde a parte visual, com desenhos psicodélicos do pessoal da Bicicleta Sem Freio, às guitarras sujas e o vocal limpo de Victor Rocha, grande mérito da produção do “mestre” Gustavo Vasquez (baixista do MQN). Outro destaque é a cadência da bateria de Douglas Castro, que dá a tônica em “My Favorite Way” (de longe a melhor do disco) e “Girl I’ve Come To Lay Down”, que ao lado de “My Radio” e “I’m a Beast, I’m a Gun”, já figuram como clássicos instantâneos do cancioneiro rocker nacional. Editora Abril


Os textos acima dão uma boa idéia do que o Black Drawing Chalks representa hoje no cenário musical brasileiro. Criada em 2005, a banda mistura influências diversas como Black Sabbath, Soundgarden, QOTSA, Blind Melon, Kings of Leon e Led Zeppelin e produz um som que vai direto ao ponto. Sem frescuras, misturas ou viagens: puro rock and roll.
Em 2006 a banda lançou uma demo disponível apenas pela internet com três músicas. Em maio de 2007, foi a vez do seu primeiro cd pela Monstro Discos, Big Deal, e em 2009 do álbum Life is a big holiday for us, que já é considerado um dos principais lançamentos do ano.Em seus quatro anos de existência o Black Drawing Chalks foi construindo uma carreira em festivais no cenário independente. Entre os shows mais importantes estão as participações em edições do Goiânia Noise Festival (GO), Bananada (GO), Porão do Rock (DF), Canadian Music Week (Canadá), PMW (TO), Abril ProRock (PE), Volume Festival (MT), UdiRockScene (MG), Vaca Amarela (GO) e vários outros. Além disso a banda dividiu o palco desses festivais com os maiores nomes da música brasileira e internacional como o Motorhead, por exemplo. Em outubro o Black Drawing Chalks planeja voltar para a América do Norte para divulgar o novo disco nos Estados Unidos e no Canadá.


Entrevistas com a banda




Para baixar Black Drawing Chalks


Para ouvir Black Drawing Chalks

3ª Festival Escambo

Acontece em Sabará entre os dias 23 e 26 de julho com Macaco Bong (MT), Black Drawing Chalks (GO), Transmissor (BH), Pequena Morte (BH), Black Sonora (BH), Graveola e o Lixo Polifônico (BH), 4instrumental (Sabará), Julgamento (BH), Fofoca Erudita (Sabará), Dom Capaz (Uberlândia), Marcelo Rocha e Kaiser Trio (Gov Valadares), Visitantes (SP), THKP (BH) e vandaluz (Patos de Minas).
Mais uma pá de oficina massa!

Escambos

Certeiro. Palavra para definir a segunda edição do festival Escambo de experiências musicais realizado neste fim de semana pelo Fórceps. As atividades iniciadas no sábado (20) foram produtivas e eficazes. A oficina de DJ e rima com o Rap Renegado e a exibição de cinema no chafariz mostraram as outras faces do Fórceps, que se estendem além da música. O encontro dos coletivos mineiros teve excelente quórum e foi direto: deste encontro saiu o grupo que pretende representar os coletivos dentro do fórum mineiro da música. Uberlândia (Goma), Montes Claros(Retomada), Divinópolis (Anti héroi), Vespaziano(coletivo em formação), Belo Horizonte( Pegada, Outro Rock) Sabará (Fórceps) e outros, mostraram que a força independente do interior de Minas começa a ganhar mais espaço e reconhecimento.
Encontro dos coletivos
Depois de quase quatro horas de debates, a noite foi da festa Eescambau, no bar independente A obra, em BH, com a discotecagem dos irmãos Léo e Marcelo Santiago, cabeças ativas do Fórceps. Com a casa cheia, a festa foi animada e coerente com a proposta lançada pelo Escambo. Os integrantes dos coletivos puderam trocar mais informações e idéias. Coletivo Goma (Uberlândia) na Obra
No domingo a tarde, o coreto da praça foi exclusivo para os shows. Cada coletivo foi representado por uma banda. A primeira a subir no coreto, os Manolo´s Funk, mostraram aos transeuntes que a tarde seria de muito rock de qualidade. A banda de Vespaziano, foi animada e dançante. Manolo´s Funk
Logo após veio o trio de Divinópolis, Aura. Pesado e melódico. Uma dinâmica execução inteligente. Aura
A tarde estava chuvosa, e os pingos começaram a cair ao som do Furo, banda de Montes Claros, representante do coletivo Retomada. Bem ao estilo pós Los Hermanos, a banda teve um show crescente com um final marcante. A performance do vocalista e guitarrista Lobão foi séria e provou aos ouvintes que vocais suaves podem ser fortes (os vocais rasgados da última canção demonstrou um grande domínio do vocalista!). Furo
A cortesia local ficou pela novata e já experiente 4, que prendeu o público aos cantos cobertos da praça. As belas canções reforçaram mais uma vez a música instrumental perante o público pouco a costumado com o estilo. 4
A chuva dá uma brecha, a noite cai e o Escambo muda de cara. Sobe ao palco o Rapper Renegado. Sem voz e com uma presença de altíssimo astral, (o momento mais cheio do festival) ele uniu diferentes tribos ao coro "mil grau" e mostrou a importância dos movimentos independentes e de suas articulações. Renegado
O Escambo se despediu em 2008, com Ricardo Koctus (Pato Fu) e sua banda. Sua presença mostrou a cidade a relevância do Fórceps e o reconhecimento do coletivo no cenário nacional. Público no Escambo
Exposição de camisas da Thaís Guedes

Foi um fim de semana muito rico. Novas amizades, novos contatos e uma dose revigorante de animo para os coletivos que com incentivos de líderes como Kuru e Makeli Ka, voltarão à sua rotina com a certeza que seus esforços estão sendo reconhecidos.

Finalização do Grafite do Gui

Memórias de um porão do rock

Quantas histórias para um dia e meio! A troupe ( Eu, Marcela, Natan e o atrasado coisinha) fizemos uma viagem de ônibus bem cansativa e engraçada. Um "santo" roncava (ou ronrronava, grungia, esbaforada sei lá) durante todo o trajeto e o cômico coisinha por hora se desmanchava em risos, por outra, imitava os ruídos emitidos pelo estranho da frente. Ninguém em Brasília sabia dar informação alguma, por isso, a decisão mais sensata quando chegamos na "suposta" rodoviária da cidade, foi rumar ao local do evento, o estádio Mané Garrincha. Quando chegamos, a surpresa: Nada. Não tinha nada perto, ninguém por perto (exceto o pessoal que limpava a sujeira do dia anterior) e nada pra fazer. Faltava ainda cerca de 6 horas para aberturas dos portões e então decidimos nos arranjar no sossego de uma sombra durante este tempo. Durante uma passagem ao shopping para pegar grana e lanchar um pouco, observamos vários apetrechos tecnológicos no banheiro, nas lojas e até mesmo no bebedouro e todos demoraram para conseguir fazer o que parecia tão simples: Esguichar água! Ah! Esqueci de comentar sobre algo que parecia impossível, se tratando do centro da capital do Brasil: Achamos uma goiaba! Depois de mais algumas horas de um sarau "mudo" e de poesias exdrúxulas, caminhamos por intermináveis metros (ninguém anda a pé em Brasília??) encontramos com o Marcelo e sua namorada de lá. Fomos para torre de TV e admiramos a vista da cidade, como tenho muita vertigem de altura com muita gente, não me demorei por lá. Estar ali com Marcela depois de quase desistir da viagem pelos acasos, foi a maior satisfação.
Enfim entramos. A primeira apresentação no palco pílulas, foi da banda local Gilbertos come Bacon, uma espécie de Tihuana (segundo Marcelo) com o Rappa. Uma mistureba bem enérgica e sem identidade que esquentou a tarde e nos preparou para o que estava por vir: Uma sequencia de diferentes sons e bandas com propostas ousadas e brilhantes. Me decepciono cada vez mais com as bandas mineiras que parecem se estagnar apenas no que pra mim, nada mais é que cópias ruins dos Hermanos cariocas. A cena mineira está fraquíssima perto do resto do Brasil, prova disso: Numero de bandas mineiras no porão do rock: 0,0.
Divertidíssimo! Ainda vazio, o porão do rock abriu o palco (agora o principal, o mesmo do Muse) para o show da fusão do Móveis coloniais de acaju com o Thomaz, do autoramas, o Vai Thomaz no Acaju. Naquele momento, tinha certeza que alegria e diversão não faltariam! Eram dois palcos principais, um ao lado do outro e após o término de uma apresentação, em menos de cinco minutos a seguinte tinha início. Após o Vai Thomaz no Acaju, entrou o Canastra (que agora conta com as baquetas do Rodrigo Barba, ex Los Hermanos) puxando todo mundo para sair no sapateado. Isso mesmo, um rockabilly divertido e muito dançante e descontraido, acompanhado dos gritos do público que já conhecia as canções da banda. Me surpreendeu bastante ( já tenho os albúns dos caras!) O final do show foi, como diria meus avós, chocante!

Tenho pouco para comentar sobre a banda Sapatos bicolores, que se apresentou após. Mas depois de uma esfriada, veio outra novidade: A banda francesa Papier Tigre, que depois do Muse, com certeza foi a grande atração da noite. As pessoas se chocaram com a única banda que mostrou um rock experimental, diferente, praticamente sem rótulos. Uma baterista, um vocalista e sua rickbaker e um lunático guitarrista e sua caixa de bateria na frente, emitindo algo que me lembrou bastante Fugazzi. Impressionante!E o legal que papiamos com eles mais tarde, durante o show da Lucy and the popsonics.. Ainda fazendo a ponte internacional, os argentinos do The Tandorris fizeram o típico rock seco e cru. Foi legal, mas o som não estava muito bem regulado e acabou ficando insosso. Depois conversamos com os caras também, sobre futebol, mulheres e rock. Eles ficaram contentes em saber de Coisinha, que o Messi seria melhor que Ronaldinho...
Thomaz novamente ao palco. Desta vez pelo Autoramas. Eu achei ele super engraçado. São velhos de guerra na cena alternativa, fizeram um bom show. Já estava lotado, já estavamos bem animados com as cervejas e a expectativa para o Muse começava a circular pelos ares.
O pessoal começou a marcar lugar, a se locomoverem menos. Então decidimos ir ao banheiro uma última vez, para assistirmos bem de perto Matt cia. Infelizmente nada posso falar do Mundo livre S/A. O supergalo passou liso e a Pitty, teve o show mais longo da sua história (pelo menos para os fãs d0 Muse). Agora eles, merecem um capítulo especial!