Um lugar onde se pensar, onde se ouvir, mudar, trocar, transformar, reter, desjungir, se livrar e ser livre.
Fofoca Erudita no Sabará Musical
Conheça as bandas do ESCAMBO 2009
Black Sonora (BH)
Show no ESCAMBO: 26/07
“...Black Sonora casa suingue, peso, sambafunk, eletrônica e o que mais fizer mexer as cadeiras.” Daniel Barbosa - jornal O Tempo (BH)
Formada em 2002, a Black Sonora conta com sete integrantes nascidos em diversas partes do país e do até do exterior (o vocalista e percussionista Cubanito é de Cuba). A grande quantidade de músicos reflete na diversidade da sonoridade do grupo, que mescla soul, hip-hop, samba-funk, reggae, baião e ritmos latinos e tem como influências Jorge Ben, Jackson do Pandeiro, Marku Ribas, Tim Maia e os cubanos do Buena Vista Social Club.
Black Sonora toca "O mar pra mim" no Música Independente de 2007
A Black Sonora vem há anos fazendo o circuito independente de Belo Horizonte com shows nas principais casas e eventos da capital como o FAN (Festival de Arte Negra), o FIT (Festival Internacional de Teatro), o projeto Música Independente e o Conexão Telemig (atual Conexão Vivo). No interior a banda já tocou em festivais de inverno de Diamantina, São João Del Rey, Ouro Preto e Ouro Branco. Em Uberlândia se apresentou no espaço GOMA, na UFU (Universidade Federal de Uberlândia) e no projeto Arte na Praça.
Fora de Minas Gerais a banda tocou em São Paulo no SESI Vila Leopoldina e no projeto SONS URBANOS. Recentemente foi uma das classificadas pelo projeto Música Minas (realizado pelo Fórum da Música e pelo governo do Estado de Minas Gerais) para fazer shows em 3 capitais brasileiras. A banda também foi selecionada pela Feira da Música e se apresenta em Fortaleza (CE) em agosto.
Black Sonora e B Negão tocam Tim Maia no Arte na Praça em Uberlândia
No ano passado a banda ganhou destaque com a inclusão da música “Mar pra mim”, no acervo do Museu Abílio Barreto (exposição com objetos que marcaram a vida dos moradores de Belo Horizonte) e com a vitória, pelo voto popular, do GASSOUND, concurso nacional de bandas independentes exibido pela Rede TV!, ficando em segundo lugar pela votação do juri.
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Leia também: Conheça as bandas do ESCAMBO 2009: Black Drawing Chalks




Conheça as bandas do ESCAMBO 2009
Há 10 anos a Monstro Discos deu início a mudança de rótulo da capital goiana, que deixou de ser apenas pólo exportador de duplas sertanejas para se tornar a “Goiânia Rock City”. E o reflexo disso está na nova geração de bandas locais influenciadas pelo stonner rock dos desbravadores MQN e Mechanics. O Black Drawing Chalks pode ser considerado o melhor fruto dessa renovação roqueira e seu segundo disco, “Life is a Big Holiday For Us”, é a comprovação. Tudo é muito bem encaixado no álbum, desde a parte visual, com desenhos psicodélicos do pessoal da Bicicleta Sem Freio, às guitarras sujas e o vocal limpo de Victor Rocha, grande mérito da produção do “mestre” Gustavo Vasquez (baixista do MQN). Outro destaque é a cadência da bateria de Douglas Castro, que dá a tônica em “My Favorite Way” (de longe a melhor do disco) e “Girl I’ve Come To Lay Down”, que ao lado de “My Radio” e “I’m a Beast, I’m a Gun”, já figuram como clássicos instantâneos do cancioneiro rocker nacional. Editora Abril
Os textos acima dão uma boa idéia do que o Black Drawing Chalks representa hoje no cenário musical brasileiro. Criada em 2005, a banda mistura influências diversas como Black Sabbath, Soundgarden, QOTSA, Blind Melon, Kings of Leon e Led Zeppelin e produz um som que vai direto ao ponto. Sem frescuras, misturas ou viagens: puro rock and roll.Em 2006 a banda lançou uma demo disponível apenas pela internet com três músicas. Em maio de 2007, foi a vez do seu primeiro cd pela Monstro Discos, Big Deal, e em 2009 do álbum Life is a big holiday for us, que já é considerado um dos principais lançamentos do ano.Em seus quatro anos de existência o Black Drawing Chalks foi construindo uma carreira em festivais no cenário independente. Entre os shows mais importantes estão as participações em edições do Goiânia Noise Festival (GO), Bananada (GO), Porão do Rock (DF), Canadian Music Week (Canadá), PMW (TO), Abril ProRock (PE), Volume Festival (MT), UdiRockScene (MG), Vaca Amarela (GO) e vários outros. Além disso a banda dividiu o palco desses festivais com os maiores nomes da música brasileira e internacional como o Motorhead, por exemplo. Em outubro o Black Drawing Chalks planeja voltar para a América do Norte para divulgar o novo disco nos Estados Unidos e no Canadá.
Em tempo...
A movimentação estava intensa, muita gente bonita e como sempre, pessoas interessadas apenas no status do rei tropical. Confesso já não ser grande fã, mas esperava ao menos muito swing. Ao invés disso, encontrei monotonia, quebrada as vezes pela qualidade dos clássicos que gosto. Como compartilhava a opinião, sai pouco antes do fim e fui para onde deveria ter ido logo cedo: Para A Obra bar dançante, dançar.
Acúmulo

Web tv Fórceps 2ª Edição
Demorou um tempo para postar, mas ai está a cobertura do 53hc fest 2008. Nesta edição conferimos o que rolou no dia de abertura com as entrevistas das bandas inclusive da atração Deadfish.
web Tv Fórceps
março 2009
festa à fórceps
No decorrer da festa, tentei com minha câmera juntar material para a primeira edição da web tv do fórceps (possívelmente) com entrevistas e intervenções das bandas. Futuramente saberão o destino deste material. Depois de muito trabalho e muita festa, o cansaço me abateu e fui tirar um merecido cochilo no carro (e só acordei na porta de casa!) E teve uma mocinha legal que conheci também, talvez nos esbarramos na vida de novo.
Recomendo nº5
Recomendo nº4
Memórias de um porão do rock
Divertidíssimo! Ainda vazio, o porão do rock abriu o palco (agora o principal, o mesmo do Muse) para o show da fusão do Móveis coloniais de acaju com o Thomaz, do autoramas, o Vai Thomaz no Acaju. Naquele momento, tinha certeza que alegria e diversão não faltariam!
Tenho pouco para comentar sobre a banda Sapatos bicolores, que se apresentou após. Mas depois de uma esfriada, veio outra novidade: A banda francesa Papier Tigre, que depois do Muse, com certeza foi a grande atração da noite. As pessoas se chocaram com a única banda que mostrou um rock experimental, diferente, praticamente sem rótulos. Uma baterista, um vocalista e sua rickbaker e um lunático guitarrista e sua caixa de bateria na frente, emitindo algo que me lembrou bastante Fugazzi. Impressionante!E o legal que papiamos com eles mais tarde, durante o show da Lucy and the popsonics..
Thomaz novamente ao palco. Desta vez pelo Autoramas. Eu achei ele super engraçado. São velhos de guerra na cena alternativa, fizeram um bom show. Já estava lotado, já estavamos bem animados com as cervejas e a expectativa para o Muse começava a circular pelos ares.


