
Um lugar onde se pensar, onde se ouvir, mudar, trocar, transformar, reter, desjungir, se livrar e ser livre.
Ser corpo
Ser corpo, ter medo da morte
Saliento momentos passados da vida
Repete-se a dose de incógnitas
Dói na barriga sem cócegas
Do frio, pontas de vazio
Agudas fincadas de sede por algo
Inadiável e imperceptível
Execro a impossibilidade
Coço alérgico de ócio improdutivo
Pode produzir olhares
Milhares de rouquidões
Mudança é peso da sequência
Não opto por esperar
Por isso, me alaga a incerteza da alma
Saliento momentos passados da vida
Repete-se a dose de incógnitas
Dói na barriga sem cócegas
Do frio, pontas de vazio
Agudas fincadas de sede por algo
Inadiável e imperceptível
Execro a impossibilidade
Coço alérgico de ócio improdutivo
Pode produzir olhares
Milhares de rouquidões
Mudança é peso da sequência
Não opto por esperar
Por isso, me alaga a incerteza da alma
Pequenas sessões com grandes amigos
Enfim, a réplica do Kastanha, pequena, mas profundamente tocante para mim! É uma lembrança intocável...
"A história q vou contar é a daquele dia do balde d’agua......... lembra????
Bom, pelo que lembro foi assim..
Há uns 9 anos atrás, eu, vc(JR), fofão, Marcela e outros, conversavamos sentados, na frente da casa de Marcela, que por sinal era germinada. Já era meio que rotina ficar lá a noite, tocando violão (eu não né, João e Fofão), conversando. Bom, estava tudo normal, quando de repente surge do nada, o vizinho com um balde d’água e o joga no chão, molhando todo mundo! Rsrsrsrsrs...............
Na hora ficamos putos, mas depois rachamos de rir!!!!!!!!
Valeu...
Abraços"
Bom, pelo que lembro foi assim..
Há uns 9 anos atrás, eu, vc(JR), fofão, Marcela e outros, conversavamos sentados, na frente da casa de Marcela, que por sinal era germinada. Já era meio que rotina ficar lá a noite, tocando violão (eu não né, João e Fofão), conversando. Bom, estava tudo normal, quando de repente surge do nada, o vizinho com um balde d’água e o joga no chão, molhando todo mundo! Rsrsrsrsrs...............
Na hora ficamos putos, mas depois rachamos de rir!!!!!!!!
Valeu...
Abraços"
É...isso que da perder a noção do tempo meu velho! rsrsrsrs
Leia mais sobre
pequenas sessões com grandes amigos
Pequenas sessões com grandes amigos
Resolvi inaugurar uma nova sessão do fundo do mar, contando histórias que vivi com amigos. O amigo em questão será convidado a contar uma história aqui no blog. A intenção é homenagear pessoas que nem sempre estão presentes no meu mundo virtual, mas compartilham do agridoce da vida dia a dia. A primeirona é uma clássica com o Kastanha e não vejo a hora de ouvir a dele aqui, no fundo do mar!
A carteirinha
Prestes a completar 18 anos, nós éramos os mais jovens de um grupo de amigos dentro de um ônibus, rumo à capital enfrentar os ecos do mineirinho, durante a tradicional calourada da federal. O show da vez era o Marcelo D2, porém estávamos interessados em curtir o progressivo do Cartoon, que fazia nossa cabeça na época. O show era proibido para menores, nada que uma carteirinha de estudante falsa não resolvesse. Porém, a ansiedade na fila, deixava clara a minha insegurança, contrária à do Kastanha, que sempre teve a maturidade para resolver problemas adultos, com uma postura serena. Crescemos juntos e aquele seria mais uma estripulia na qual sua presteza assumiria a frente da minha temerária mente.
O segurança passou e pediu que todos mostrassem os ingressos e identidade. O gelo escorreu da testa. Pronto, voltaríamos sozinhos, o que também era novidade. Mas Kastanha, tranqüilo, comprovava que a possibilidade remota que levantei seria real. Como faríamos 18 anos naquele ano, sugeri que talvez a segurança não conseguisse calcular os meses. Dito e feito. Entregamos nossas identidades verdadeiras e com a cara mais lavada do mundo entramos. Kastanha mantinha seus olhar sério, enquanto eu não me continha e soltava um berro (na cara dos seguranças!) do tipo YEAaahhhH!! Todo aquele stress e o vacilante grito viraram motivos de risadas!
Foi um dos milhares momentos bons que passamos juntos! Grande Kastanha! Sem dúvida, a pessoas que mais me conhece, que mais me escuta e que mais me salva!! Os shows foram muito bons e continuarão a ser sempre, quando a companhia se trata do Kastanha!

Leia mais sobre
pequenas sessões com grandes amigos
Das horas
Essas coisas. Feitas assim, como se o imaginário não valesse dos sentidos.
Como se os sentidos não esbanjassem metamorfoses.
Como se a fome não fosse encher a barriga de algo.
Se eu soubesse do que as pessoas têm medo... E se soubesse?
Do elas falam? Porque falam tanto sem saber do que falam?
Se adivinhasse a palavra certa, talvez fosse um escritor de sorte.
Cantar escorre enquanto cordas não se roem por goles de alívios alcoólicos.
É dinâmico o caminhar do tempo enquanto não se olha para as estrelas.
O amor me deixa com a boca seca, por acreditar que nunca mais seria capaz de amar.
pesos aos ouvidos e pulos
As inspirações estão dando as caras...as vezes quando o sol nasce.
Os ensaios estão voltando e um album uma hora (breve) morde.
Os barulhos são densos. Os acordes elevam o contrário de uma gravidade.
Meus pés voltaram a sair do chão.
Os ensaios estão voltando e um album uma hora (breve) morde.
Os barulhos são densos. Os acordes elevam o contrário de uma gravidade.
Meus pés voltaram a sair do chão.
o carnaval
Fantasias enquanto fantasiado
Demasias enquanto ignorado
Alegrias enquanto a tristeza fica de lado
O carnaval aqui é assim
Demasias enquanto ignorado
Alegrias enquanto a tristeza fica de lado
O carnaval aqui é assim
Assinar:
Postagens (Atom)

