Aconteceu o imprevisível: O show do ano (leia-se da vida) superou o "plástico" efeito de que a primeira estada em palcos tupiniquins do radiohead seria simplesmente perfeita. Foi mais que
isso. Aposto que uma série de bandas que com certeza vagavam pela apoteose devido à forte influência (e da babação irritante da imprensa leiga) irão transformar e forçar a barra em suas pseudo-produções e irradiar nossos ouvidos com temíveis cópias do que viram tanto no espetacular radiohead quando no velho e eletro-intenso (e inédito para tantos) kraftwerk.



Ao menos para quem esperou por tanto tempo, valeu cada segundo (e cada centavo). Eu estou chateado por não ter previsto está intensidade e comprado um ingresso no show de hoje, em São Paulo. Me contentarei com a transmissão ao vivo da multishow.

A performance do kraftwerk foi (com perdão da expressão) do caralho! Os caras mostraram o porque são chamados de pais do eletrônico desde anos atrás. Muita tecnologia aliada a criatividade andrógena com ar de woodstock...Foi tipo isso.



Para não ser massante com tanto falatório aqui do radiohead, vou me abster e dizer apenas que é o show mais performático, intenso, verdadeiro, sem clichês de palco e figurino e que sem dúvidas, irei quantas vezes eu puder....

